A camisa branca e sua história

A história da camisa branca

A camisa branca teve origem no Egito e era uma vestimenta reta, tipo a nossa chemise dos dias atuais, costurada dos lados, sem botões, com abertura somente para passar a cabeça. Na época do império romano, a peça ganhou mangas e foi chamada de túnica manicata, usada durante toda a idade média, tanto por homens como por mulheres. Seu comprimento era até a altura dos joelhos, usada como “roupa de baixo”, tipo camisola.

Símbolo de status

Com o passar dos anos, a camisa virou símbolo de status, sendo valorizada pela qualidade dos tecidos, bordados e brancura, geralmente feita no algodão ou linho. Os nobres usavam camisas impecavelmente brancas com golas sempre altas, erguidas. Somente em 1853, passou-se a usar a gola virada para baixo. Por muito tempo, a camisa branca identificava hierarquia social, tanto é que no século XIX, os nobres era diferenciados dos operários em função dos seus colarinhos – colarinho branco (nobres) e colarinho azul (operários).

Coco Chanel

A clássica camisa branca se tornou um ícone de moda graças à estilista Coco Chanel, que revolucionou o estilo feminino mostrando às mulheres da época como essa peça poderia ser versátil, estilosa, elegante e não somente usada pelo universo masculino. Chanel então fez do uso da camisa branca uma marca registrada de uma nova maneira feminina de se vestir.

Popularidade

Nos anos 30 a camisa branca ganhou popularidade mundial graças ao seu uso por estrelas do cinema em Hollywood, como Audrey Hepburn, Marylin Monroe, Marlene Dietrich, entre outras divas.

Foi uma época em que as mulheres se tornaram mais independentes e a camisa branca era item essencial em quase todos os guarda-roupas femininos, ganhando padronagens e estampas diferenciadas, como listras, xadrez, florais, poás, transparências, sendo uma peça curinga e associada ao profissionalismo, trazendo segurança e poder.

A atriz Audrey Hepburn, eterno ícone de bom gosto e elegância, foi uma das precursoras a usar a camisa de maneira tão feminina e especial. Ela ia além do óbvio e a usava de maneira única.

No anos 60 foram para nos cinemas, em filmes de colegiais. Combinadas com jaquetas, coletes, calças largas presas. Causou grande impacto na moda jovem, revolucionando o modo de vestir nos colégios.

Nos anos 70 com o auge do estilo hippie, as camisas ficaram com modelagens mais amplas e largas, muito usadas com jeans, calças, saias coloridas e muitos acessórios.

No início dos anos 80 ganha mais uma repaginada de estilo, ganhando ombreiras para um visual mais marcante, passando por um ar romântico de rendas, laços e babados.

As mulheres executivas adotaram a peça conjugada ao terninho ou saia-lápis, simbolizando o poder feminino no ambiente profissional – um jeito de igualar seu dresscode ao vestuário masculino, marcando a presença da mulher no mercado de trabalho.

Símbolo de poder

Dos anos 90 até os dias atuais, a camisa branca se tornou um verdadeiro ícone da moda, símbolo de poder feminino, sexy, estilosa e sempre elegante.

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